Campanha Salarial 2017/2018: Vai lutar ou vai esperar perder os seus direitos?

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Diante do cenário político e da crise econômica que o Brasil encara, os trabalhadores se preparam para um dos maiores enfrentamentos na Campanha Salarial. É uma luta que só pode ser vencida com a união de todos os trabalhadores, pois somente através da luta unificada com outras categorias e com a base conseguiremos a manutenção dos nossos direitos. Os ataques já estão montados, precisamos enfrentá-los.

O cenário se configura de dois lados, em um temos o governo ilegítimo e privatista que manda na ECT e seus dirigentes que usam e abusam do discurso de crise para o corte de direitos dos ecetistas e sucateamento dos serviços, e do outro, temos os trabalhadores na mira dos ataques, pois estes responsabilizam os trabalhadores pela “crise”.

Diante disso, os trabalhadores precisam entender que se não lutarem irão perder todos os direitos conquistados em acordos coletivos passados e até os seus empregos, pois não existe outra saída. Ou a categoria luta para defender os seus direitos e seus empregos ou perde tudo já conquistado.

Não adianta, mesmo com o aprofundamento da crise capitalista que se alastra pelo mundo, os grandes empresários querem e vão continuar mirando em seus lucros conquistado-os a qualquer custo, ou seja, a saída para eles é explorar ainda mais a classe trabalhadora.O Brasil ainda sofre, além da crise capitalista mundial, com uma forte crise política que fragiliza ainda mais a situação dos trabalhadores.

Esses ataques podem ser vistos claramente com as reformas trabalhista e previdenciária que já são realidade e só tem como objetivo a retirada de direitos. Essa é a bandeira da vez dos capitalistas. No último dia 02/08, o mesmo congresso que afastou uma presidente legitima do cargo sob a bandeira de corrupção, aprovou o arquivamento das investigações sobre o presidente corrupto e ilegítimo Temer. Não dá para num congresso que não tem ética, moral e muito menos respeito com todos os cidadãos trabalhadores do país.

A campanha salarial dos trabalhadores dos Correios é a primeira do segundo semestre e tem a difícil tarefa de barrar todos os ataques que se apresentarão ao longo da negociação, com uma única justificava vinda da direção dos Correios: a “crise” e déficit da Empresa. Sabemos que se trata de uma farsa e que a desculpa de “falta de dinheiro” é para justificar a privatização e a demissão de milhares de trabalhadores(as). Não por acaso, os livros-caixa dos Correios nunca foram abertos para a população muito menos aos ecetistas.

Se essa negociação na Campanha Salarial for forte e conseguir unificar com outras categorias em torno de uma luta contra a privatização das Empresas Públicas, todos os trabalhadores do País irão responder com força. Caso contrário, o governo vai impor as reformas e privatizações com força total.

Diante de tudo isso, que chamamos todos os ecetistas para a participação efetiva e forte na Campanha Salarial deste ano. Precisamos mostrar a força de uma luta unificada para defender os nossos empregos. Só a união dos trabalhadores pode impedir uma possível privatização e a retirada de direitos que estão anunciando nos Correios e demais Empresas.

Para que você entenda a proporção destes ataques, separamos alguns pontos do nosso ACT que estão ameaçados com a proposta da ECT (não oficial) que já circula:

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