Vamos reagir contra os ataques do capitalismo a classe trabalhadora!

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Neste momento em que se aceleram as medidas destrutivas dos direitos, como a contra-reforma da previdência que obrigará a maioria da população a trabalhar até a morte; a contra-reforma trabalhista, que regulamenta a terceirização e destrói a CLT; o PLP 257/2016 e a PEC 241/16, que promove a precarização e privatização do serviço público; os cortes no orçamento para as áreas sociais e outras medidas, a classe trabalhadora tem que acreditar em sua força de organização. Para os trabalhadores e trabalhadoras, todas as medidas legais e ilegais que retrocedem em seus direitos são crimes contra a classe, são expressão dos retrocessos civilizatórios em curso e que não representam seus interesses.

Há uma crise de proporções gigantescas no Brasil e em todo o mundo porque os grandes bancos quebraram e as grandes empresas não conseguem mais obter o lucro através da produção, o que obriga esses capitalistas atacarem mais agressivamente a classe operária. Entre esses agressivos ataques impostos pelo imperialismo à classe trabalhadora, há pelo menos 4 principais que vamos reforçá-los:

• A privatização já é uma realidade, o objetivo é entregar essas empresas nacionais a troco de pinga aos capitalistas, principalmente, ao capital estrangeiro, como o que aconteceu com a Vale do Rio Doce, que foi vendida por 1,5% do seu valor, com dinheiro do BNDS. No caso especifico dos Correios, a privatização já se encontra em marcha através das terceirizações que avançam a todo vapor no número crescente de agências franqueadas e do sucateamento total da empresa, dos serviços e da mão de obra.
• Ataques impostos pelo imperialismo, como a reforma trabalhista que visa extinguir totalmente a CLT e retirar os direitos dos trabalhadores conquistados com luta, como às 8h de trabalho diário, horas extras, férias, décimo terceiro, etc..
• Reforma da previdência que retira do trabalhador o direito a aposentadoria para que este tenha que trabalhar até a morte;
• Cortes dos gastos públicos com alguns programas, a exemplo da PEC-241 que congela os gastos públicos com saúde, educação e etc.

Especificamente, no caso dos Correios, os trabalhadores ecetistas sofrem com o assedio moral e com a perseguição das chefias indicadas por partidos políticos. Assim, além de terem seus direitos ameaçados, os trabalhadores nas agências convivem todos os dias com a falta de segurança e com a sobrecarga de trabalho. Tudo isso somado a precarização do serviço médico que já não permite mais a adesão de novos ecetistas e nem de pais e mães, tendo ainda a ameaça da retirada definitiva dos mesmos.

A categoria de Correios precisa se unir às outras categorias para lutarmos contra essas medidas do Governo. Não podemos aceitar nenhum direito a menos. Esses retrocessos não podem acontecer!

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